Argentina tem superávit fiscal de $4,9 bi de pesos em 2011
O anúncio foi realizado pelo vice-presidente do país, Amado Boudou, junto ao ministro da Economia, Hernán Lorenzino.
Amado Boudou instou a que esta apresentação de números não se limite a “uma discussão de acadêmicos, mas sirva para entender o sentido do gasto” público.
O vice de Cristina Kirchner disse que “diante de um ‘vento desfavorável’ que apresenta a economia internacional”, o Governo argentino patrocina o investimento em capital, em infra-estrutura, para dinamizar a economia, “o que nos tem permitido este ano (por 2011) crescer a uma taxa de 9,2%, reduzir o desemprego a 7,1% e obter uma balança comercial com um superávit de mais de 10 bilhões de dólares”.
“A chave é o desenvolvimento do mercado interno, o que nos tem permitido enfrentar a crise internacional”, destacou o vice-presidente.
Em matéria social, Boudou destacou o incremento na taxa de cobertura previdenciária, a implementação do subsídio Ajuda Universal por Filho e seu impacto favorável na distribuição da renda, o plano Conectar-Igualdad e a Lei de financiamento educativo que permitiram alcançar um investimento no setor de 6,5% do PIB.
O superávit fiscal, junto com o superávit comercial -que no ano passado ultrapassou os 10 bilhões de dólares-, “será mantido, como ferramenta, não como objetivo”, a fim de "alcançar mais e melhores empregos, aposentadorias, obras públicas e salários", disse por último Boudou.



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