Governo argentino denuncia empresas petrolíferas


Argentina acusa as firmas Repsol-YPF, Shell, Esso, Petrobras e Oil Combustibles por abuso de posição dominante.

O ministro do Planejamento Federal, Julio de Vido, assinalou que o presidente da petrolífera Shell, Juan José Aranguren, "tem sido um sistemático opositor, não apenas das medidas de política energética mas de todas as políticas e do governo nacional".

Pediu também que as autoridades regionais da firma colaborem na investigação iniciada sobre suposto abuso de posição dominante na venda de combustíveis.

Julio De Vido apelou "à melhor boa vontade" das companhias investigadas "para encontrar uma rápida solução a este problema", já que o combustível é subsidiado e se busca que o benefício seja "para 40 milhões de argentinos e não para cinco empresas".

O secretário de Transporte, Juan Pablo Schiavi, assinalou que em 11 de janeiro foi realizada a denúncia junto à Comissão Nacional de Defesa da Concorrência "contra as empresas petrolíferas fornecedoras de combustíveis que aplicam um preço maior, distorcem o mercado em espúrio beneficio das companhias petrolíferas e, deste modo, afetam um serviço público vital para o país".

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